Avaliação como processo, ato humano continuado, eis o parâmetro básico da Avaliação Institucional FIRB. Processo ininterrupto. O ser humano avalia, avalia-se e é avaliado. Não se vive sem avaliação. Como a vida, a avaliação desenvolve-se ao longo do tempo, diagnóstica, formativa, processual, qualitativa.
Dá-se, então, a necessidade de atender à Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) e, consolidar o processo de Avaliação Interna, tornando-a integrada e sistemática.
a) Globalidade
Coordenada por uma Comissão Própria de Avaliação (CPA), a Avaliação Institucional:
b) Gestão Democrática
Balizando o envolvimento de todos no processo:
c) Direcionamento
Finalidades da Avaliação Institucional:
Na operacionalização, instrumentalmente e mediante validação estatística, realizar-se-á:
d) Interação
O propósito de interação representa:
e) Continuidade
Por continuidade entende-se o caráter permanente da Avaliação Institucional, mediante:
f) Compromisso Científico
“... atividade de aproximação sucessiva da realidade que nunca se esgota, fazendo uma combinação particular entre teoria e dados” (Minayo, 1994, p. 23).
Atividade-meio da ciência, a pesquisa busca respostas para uma melhor compreensão da realidade. Atitude prática elaborada pela teoria ou teoria corroborada pela realidade, a suposta verdade nunca é definitiva para os humanos. E busca tem a ver com compromisso, compromisso com avaliação, avaliação com projeto institucional, projeto institucional com processo pedagógico como prática da liberdade construtiva.
g) Posicionamento Ético-político
Incluindo atores participantes e construtores da história da Instituição, o processo de Avaliação Institucional: